Genéricos fecham 2025 com recorde de 2,3 bilhões de unidades vendidas e mantêm ritmo forte em 2026

Publicado em 25 de agosto de 2026 | Categoria: Sem categoria

Alta de 8,33% em 2025 é seguida por economia de R$ 14,6 bilhões só no primeiro trimestre de 2026, segundo a PróGenéricos

O mercado brasileiro de medicamentos genéricos encerrou 2025 com um marco histórico: 2.360.857.706 de unidades comercializadas ao longo do ano, um crescimento de 8,33% em relação a 2024. Os dados são de levantamento da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos e Biossimilares (PróGenéricos), com base em informações da consultoria IQVIA.

O avanço não ficou concentrado em poucos estados: a categoria registrou alta em 24 das 27 unidades da Federação, com destaque para Pernambuco, Sergipe, Rio de Janeiro e Rondônia, que lideraram o crescimento em suas respectivas regiões. Apenas Amapá, Roraima e Mato Grosso registraram retração no período.

E o ritmo continua em 2026

Os números mais recentes divulgados pela entidade mostram que a expansão não parou. Somente no primeiro trimestre de 2026, os medicamentos genéricos geraram uma economia estimada em R$ 14,6 bilhões para a população brasileira em comparação aos medicamentos de referência. A projeção da PróGenéricos é de que essa economia acumulada ultrapasse R$ 630 bilhões até 2030, quando a categoria deve alcançar 45,12% de participação no mercado farmacêutico nacional.

Segundo Tiago de Moraes Vicente, presidente-executivo da PróGenéricos, entre janeiro e março de 2026 o mercado concentrou grande parte das vendas em medicamentos para doenças crônicas e de alta prevalência, com destaque para hipertensão, diabetes e problemas cardiovasculares.

Os princípios ativos mais comercializados no primeiro trimestre de 2026 foram losartana potássica (49,7 milhões de unidades), dipirona sódica (32,4 milhões), hidroclorotiazida (20 milhões), tadalafila (19,5 milhões) e nimesulida (15,4 milhões) – em linha com o ranking que já havia fechado 2025, também liderado por losartana, dipirona, hidroclorotiazida e tadalafila.

Mesmo efeito, preço menor

A explicação para o crescimento contínuo está na própria natureza do genérico: ele contém o mesmo princípio ativo, a mesma dose, a mesma forma farmacêutica e o mesmo efeito terapêutico do medicamento de referência, mas custa significativamente menos. No acumulado de 2025, o desconto médio dos genéricos em relação aos medicamentos de marca foi de 69,83% – quase 70% de economia para quem faz a substituição.

Essa combinação de eficácia comprovada e preço acessível é o principal motor da expansão: entre 2020 e 2025, mais de 11 bilhões de unidades de genéricos foram vendidas no Brasil, e a projeção do setor é de que outras 14 bilhões sejam comercializadas até 2030.

Oriente-se sempre com o farmacêutico

Apesar da equivalência terapêutica, a escolha entre genérico, similar ou medicamento de referência deve sempre passar pela orientação de um profissional. Na hora de comprar, o Sincofarma-DF reforça: converse com o farmacêutico da sua drogaria de confiança. Ele é o profissional habilitado para orientar qual é a melhor opção para o seu caso, considerando eventuais interações medicamentosas, condições de saúde e tratamentos em curso.

Com informações da PróGenéricos, com base em dados da IQVIA.

Foto: Reprodução

Deixe uma resposta

Nenhum comentário para "Genéricos fecham 2025 com recorde de 2,3 bilhões de unidades vendidas e mantêm ritmo forte em 2026"

Nenhum comentário até o momento.

Filiado a ABC FARMA e FECOMÉRCIO

SCS Quadra 4 Bloco A Lote 49 - Sala 605

Edifício Embaixador, Asa Sul

Brasilia / DF - Cep 70300-907

(61) 3226-0808 / 3226-0872

(61) 99649-2471

Interessado em nossos serviços?

Entre em contato e faça uma parceria de sucesso!